segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

HCB: um déjà vu!

Ano 9 | número 2101 | Maputo, Segunda-Feira 11 de Dezembro de 2017 Director: Fernando Veloso | Editor: Matias Guente | Propriedade da Canal i, lda Sede: Bairro Central, Av. Maguiguana, n.º 1049 | Casa n.º 65000 R/C | Registo: 18/GABINFO-DEC/2009 e-mail: graficocanalmoz@gmail.com | mtsgnt@gmail.com | Telefones: 823672025 - 823053185 Editorial Visite o nosso facebook www.facebook.com/ Publicidade Maputo (Canalmoz) – A história repete-se. Está de volta a doutrina contra o Estado, camuflada de “empoderamento” económico indígena, que ficou baptizado como “black empowerment” e que foi responsável pelo enfraquecimento do poder do Estado a todos os níveis. É preocupante o anúncio feito, na semana passada, segundo o qual o Estado moçambicano está a colocar no mercado 7,5% das acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, para serem adquiridas por cidadãos, empresas e instituições nacionais, através da Bolsa de Valores de Moçambique A justificação para esta iniciativa mercenária é esfarrapada e desprovida de qualquer sentido. Segundo entendemos do discurso de Filipe Nyusi, esses 7,5% deverão ser vendidos ao equivalente a 500 milhões, valor que, alegadamente, será usado na reabilitação da subestação do Songo, apetrechando-a com tecnologia de ponta, para alinhar o parque electroprodutor com as necessidades de consumo nacional e internacional. Mais: a “indigenização” da venda está empacotada numa outra justificação de uma alegada inclusão dos moçambicanos. Segundo Nyusi, “trata-se de um sinal de inclusão e inovação através da qual se pretende que esta infra-estrutura seja gerida com transparência, respeitando os mais altos padrões internacionais”. Este é o resumo mais breve possível do conto do vigário que nos foi apresentado, na semana passada, sobre a venda da HCB. Em primeiro lugar, é preciso dizer que a venda dos 7,5% é contrária a todo o discurso feito aquando da reversão daquele empreendimento, em 2007. Estamos todos recordados que foi içada a bandeira de uma segunda Independência, com o refrão “Cahora Bassa já é nossa”. O pronome possessivo “nossa”, julgamos nós que se referia aos moçambicanos, todos eles filhos desta terra, sem qualquer excepção, ou seja, como povo soberano, todos os moçambicanos passavam a ser accionistas da HCB, cuja gestão foi delegada ao Estado moçambicano. Ora, como é que se explica que, anos depois, queiramos prescindir dessa Independência? A questão central é o plano de estrangulamento do tecido empresarial do Estado. O que se pretende é enfraquecer a capacidade financeira do Estado, em nome do “empoderamento” económico de certos grupos mafiosos que se intitulam “empresários moçambicanos”, cuja iniciativa empreendedora os moçambicanos desconhecem, e apenas conhecem uma predisposição para espoliar o Estado e as suas propriedades. O que Nyusi pretende fazer é igual àquele plano de má memória em que grupos mafiosos, sedentos de dinheiro e que nunca tiveram vontade de trabalhar, usurparam todo o parque empresarial do Estado e fizeram-no falir, tornando o Estado mais fraco, e tornando-se eles mais fortes. Foi assim que fizeram falir a “Mabor”, fizeram falir as indústrias de processamento de alimentos, a indústria têxtil, a indústria vidreira e os bancos comerciais do Estado. E tudo começou numa conversa de copos, em que os grupos mafiosos se sentaram e começaram a dividir entre eles os bens do Estado, sem quaisquer escrúpulos. Hoje é a HCB. Para não assustar os cidadãos e para não criar agitação, querem colocar no mercado 7,5%. É uma ligeireza para medir o pulsar social de reacção a isso. Quem vende sete, vende dez, e quem vende dez, vende cem. A lógica é simples: simula-se necessidade de investimento; depois, com os 7,5% nas mãos dessa rede mafiosa, mais tarde serão eles os responsáveis pelo resto dos investimentos, falseando empréstimos à empresa, sendo pagos pelas acções. No fim, os que compraram os 7,5% serão dos donos da HCB. Este é o plano macabro para estrangular mais uma fonte de rendimento do Estado moçambicano. E todos nós já sabemos quem serão os tais empresários moçambicanos que vão ficar com os 7,5% e que vão pôr em marcha o plano para espoliar o resto das acções do Estado moçambicano. São os mesmos de sempre, são os empresários-políticos que, fazendo-se valer do facto de ocuparem cargos estratégicos no Estado, servem de portão para o grande capital ficar com Estado, e eles a gerirem migalhas do grande capital, empobrecendo o país. Como é que alguém pode auto-intitular-se patriota, quando as suas acções são manifestamente contra a pátria? Essa febre da privatização do Estado tem como objectivo enfraquecê-lo e torná-lo incapaz de satisfazer as necessidades básicas da esmagadora maioria dos cidadãos. Se o problema da HCB são 500 milhões, alguém pode explicar como é que a empresa, por si, não consegue ir à praça financiar-se e com garantias reais de reembolso? Haverá quem não abra uma linha de crédito a uma robusta HCB? A justificação de que a venda da HCB é um sinal de inclusão, para além de ser uma mentira, é um grande sinal de anacronismo do autor da justificação, pois que, a partir dessa declaração, fica-se a saber que o seu autor não compreende nada do conceito de inclusão. A inclusão não se faz empobrecendo o Estado. A inclusão faz-se tornando o Estado forte, financeira e institucionalmente, capaz de responder às suas atribuições junto do seu accionista, que é o povo. Inclusão é acabar com os “My love” e prover um sistema de transporte digno. Inclusão é ter os filhos dos moçambicanos a estudarem, todos eles, num sistema de ensino forte e credível, com professores motivados e com infra-estruturas adequadas. Inclusão faz-se estabelecendo com rigor os critérios de acesso ao emprego no Estado. Inclusão faz-se com um sistema de saúde forte, com funcionários motivados e com as infra-estruturas necessárias. Inclusão faz-se com a Polícia devidamente formada e com um sistema de educação cívica forte, que torne os agentes da Polícia os principais defensores do Estado. Inclusão faz-se com uma Justiça equitativa, fundada na legalidade, onde cada cidadão, nacional ou estrangeiro, que recorra a ela, tenha resposta atempada e idónea. Este tipo de inclusão faz-se com um Estado forte, provido de meios materiais e de recursos humanos. Sob nenhuma perspectiva a venda da HCB pode responder ao fortalecimento do nosso Estado. Vender a HCB é tornar o Estado incapaz e é promover a exclusão. É contraditório falar da inclusão vendendo a HCB. Se venderem a HCB, fica aberta a possibilidade de venderem tudo o resto, incluindo o país inteiro, em nome dessa inclusão. Vender a HCB é criar meios de encaixe financeiro, por via do Estado, para os que já estão pendurados no Estado, a sugá-lo até à medula. Há que defender a HCB e o Estado moçambicano contra esses parasitas. Não, à venda da HCB! Não, à venda e ao enfraquecimento do Estado moçambicano! Não podemos continuar a assistir a que a venda a retalho de todo um país e das suas propriedades seja decidida em churrascos promovidos nas quintas dessa clique predadora. Há que parar com esses abusos e defender o país, porque esta gente já provou que é capaz de tudo, incluindo comprar barcos em nome do povo, para os deixar enferrujar. (Canalmoz / Canal de Moçambique) Maputo (Canalmoz) – 

O Governo já tem 60 milhões de dólares para a construção do aeroporto do Xai-Xai, em Gaza. 
O investimento resulta de uma promessa eleitoral feita por Filipe Nyusi, num comício popular em Gaza.
O dinheiro vem da China, em forma de empréstimo. Na sexta-feira, 8 de Dezembro, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, e o embaixador da China em Moçambique, Su Jian, assinaram um acordo em que a China vai desembolsar 52,8 milhões de dólares. Destes, Aeroporto do Xai-Xai Governo já tem 60 milhões de dólares para construir o próximo “elefante branco” 3 ano 9 | número 2101 | 11 de Dezembro de 2017 www.canalmoz.co.mz Publicidade 4 ano 9 | número 2101 | 11 de Dezembro de 2017 www.canalmoz.co.mz 45 milhões vão juntar-se a outros 15 anteriormente fornecidos pelos chineses para a construção do aeroporto. O investimento não é bem visto em Moçambique. Questiona-se a sua pertinência e prioridade. O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação , Oldemiro Baloi, disse, depois da assinatura do acordo, que o futuro aeroporto do Xai-Xai colocará a província de Gaza no circuito das ligações aeroportuárias do país, permitindo a mobilidade de pessoas e bens e servindo como alternativa para resposta às situações de emergência ou de catástrofes naturais. “Mais importante ainda é o facto de visualizarmos, a médio e longo prazos, o aeroporto de Xai-Xai como uma infra-estrutura que colocará a província de Gaza na matriz regional e internacional, tendo em perspectiva as suas potencialidades, não apenas no desenvolvimento do sector do turismo, como também na atracção de outras actividades por conta das potencialidades que a província detém nas áreas de mineração, agricultura e agroprocessamento”, disse Oldemiro Baloi. Por seu turno, o embaixador da China afirmou: “A China continuará a explorar o modelo de cooperação adequado à realidade moçambicana, concentrar nas áreas de modernização agrícola, cooperação da capacidade produtiva e o desenvolvimento de zonas económicas e comercial e aperfeiçoar a construção de infra-estruturas”. O investimento é bastante criticado pela sua pertinência e oportunidade. Há correntes que defendem que não é prioridade a construção de um aeroporto em Gaza, quando em todo o país há crianças a terem aulas sentadas no chão; quando não há salários para os professores; quando nos hospitais públicos falta um simples paracetamol. Alguns sectores da sociedade afirmam que o aeroporto de Maputo já é suficiente. De Maputo ao Xai-Xai são 214 km, cerca de três horas de carro. Há, acima de tudo, o receio de que, à semelhança do aeroporto de Nacala, o futuro aeroporto do Xai-Xai seja um “elefante branco”. Com um investimento de cerca de 125 milhões de dólares, fruto de um empréstimo ao Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil, o gigante Aeroporto Internacional de Nacala, na província de Nampula, está numa situação de subutilização e é um dos maiores fracassos das grandes obras, como é o caso do Estádio do zimpeto. Uma reportagem da emissora britânica BBC com o título “O fracasso do empreendimento pesa nos bolsos dos dois países”, explica que “desde o final de 2016, Moçambique não paga as parcelas do empréstimo do BNDES, o banco brasileiro de fomento à economia brasileira, diluído em um prazo de 15 anos”. A reportagem refere que, com capacidade para 500.000 passageiros por ano, o aeroporto recebe actualmente menos de 20.000. Na reportagem há um depoimento do director do aeroporto, Jerónimo Tambajane. Os voos internacionais nunca chegaram. A reportagem fala em apenas dois voos comerciais por semana, na rota Maputo-Nacala, e dois voos privados da mineradora brasileira “Vale”, ambos realizados com aviões brasileiros da “Embraer”. (André Mulungo) Maputo (Canalmoz) – 

O Governo moçambicano, representado pela ministra dos Recursos Minerais e Energia, Letícia Klemens, assina hoje, 11 de Dezembro, com a “Capitol Resources” o contrato mineiro para extracção e processamento de ferro na província de Tete. A concessão mineira da “Capitol Resources” localiza-se nos distritos de Chiúta e Moatize, numa área de 19.878,7 hectares, que incluem 4484 hectares destinados à implantação da fá- brica de processamento de ferro. A mina e a fábrica de processamento estarão ligadas a Moatize por 41 quilómetros de estrada asfaltada e 58 quilómetros de linha de transmissão de energia. Na fase de construção, o projecto Assina-se hoje em Maputo contrato para construção da fábrica de processamento de ferro Publicidade 5 ano 9 | número 2101 | 11 de Dezembro de 2017 www.canalmoz.co.mz Com o lema “Alcançando justiça na gestão de recursos naturais”. Sessões de aprendizagem juntam especialistas e professores universitários. Anuncie no Contacte-nos: canalipdfs@gmail.com ou graficocanalmoz@gmail.com Telefone: (+258) 82 36 72 025| (+258) 82 30 53 185 | (+258) 84 31 35 996 vai criar 3550 postos de trabalho para cidadãos nacionais, e há a perspectiva de que, no fim do processo, estejam empregados permanentemente um total de 2110 cidadãos nacionais. Em termos de responsabilidaMaputo (Canalmoz) – Decorre a partir de hoje, segunda-feira, até sexta-feira, na Macaneta, distrito de Marracuene, na província se Maputo, a iniciativa denominada “Mozambique Summer School”, em que cerca de uma dezena de especialistas e professores universitários do sector da indústria extractiva vão orientar sessões de aprendizagem e de troca de experiências sobre a matéria. O encontro, de carácter académico, vai decorrer de 11 a 15 de Dezembro e tem como objectivo promover o intercâmbio internacional de social, a empresa predispõe-se a investir cerca de oito milhões de dólares norte-americanos, destinados ao financiamento de criação de actividades de auto-sustento e geradoras de rendimentos para sobre a gestão de recursos naturais e fortalecer o conhecimento interdisciplinar sobre boa governação no sector da indústria extractiva. Esta é a primeira edição do encontro, que se espera que venha realizar-se uma vez por ano. O encontro vai ter cerca de quarenta participantes (nacionais e estrangeiros), incluindo funcionários de organizações não-governamentais, professores universitários, deputados, sector público, jornalistas e activistas sociais com trabalho ligado à indústria extractiva. a população residente na zona. A “Capitol Resources” está associada à “Baobab Resources”, uma empresa multinacional australiana cotada no mercado financeiro mundial. (Bernardo Álvaro) O “Mozambique Summer School” é um programa de desenvolvimento profissional e acadé- mico intensivo para profissionais de nível superior, com o objectivo de aumentar os seus conhecimentos e a capacidade de promover a inclusão, a equidade e a melhor utilização dos recursos naturais. O programa é organizado pela “Oxfam Moçambique”, em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane, de Moçambique, e a Universidade de Queensland, da Austrália. (Bernardo Álvaro) Debate-se desenvolvimento da indústria extractiva em Maputo Publicidade Publicidade

"Ecos do II congresso do MDM

    Unay Cambuma added 8 new photosfeeling surprised with Juventude Mdm C. Maputo at Distrito de Erati.
    22 mins
    ECOS DO SEGUNDO CONGRESSO DO MDM (MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MOÇAMBIQUE)
    INBOX:
    "Ecos do II congresso do MDM
    Os delegados vindo de Maputo cidade de costas voltadas com partido principalmente com Lutero, este sr manipula o delegado da cidade, o mobilizador para sabotar todos trabalhos que os membros fazem,humilhou o membro da comissão política Venâncio Mondlane, a quota da liga da juventude para o conselho nacional não foi cumprida,a quota para a continuidade no conselho naciona...l também, O Lutero alterou a lista tendo optado pôr um grupinho de amigos incluindo uma senhora que inscreveu se como membro do MDM ha 2 meses também foi indicada como membro do conselho nacional, quando os delgados da cidade de Maputo protestaram a tal lista na sala do congresso, o Lutero instruiu a comissão eleitoral para não dar espaço as reclamações e acomodar seus caprichos, todos membros estão aventar a possibilidade aconselhar o VM para concorrer como independente, também o mano Mane foi sabotado a sua candidatura porque Deviz reuniu com todos delegados províncias para não votarem no Mané como presidente da mesa do conselho nacional, em Maputo o MDM já está dividido e dizem os membros que vão sabotar todos trabalhos e vão se vingar do Delegado Elísio Freitas o cúmplice do Lutero ( publique mano e peço anonimato, ainda te mando outras merdas desse congresso.
    há 3 horas · Enviado por Facebook Lite
    Os membros da liga da mulher do MDM a nível nacional estão de costas voltadas por aquilo que consideram que elas nunca foram dadas oportunidades visto que nunca aceitaram manter relações sexuais com a gang da Beira, elas já estão cansada ver algumas mulheres tais como Sônia Mboa,Rosa Francesa, Madalena Bernabé Nkomo,Magdalena todas elas da cidade de Maputo como as únicas abocanham todas oportunidades na liga, lembrar que todas tem amantes na Beira dentro do partido, essas mulheres revoltada ameaçam abandonar o partido, alias elas dizem sentir se humilhadas pelo Deviz pediram um encontro em Nampula na sala de congresso e Deviz não quis recebe las, agora juram de pés juntos que não irão fazer nenhum trabalho da base no partido,elas dizem que a senhora indicada p o conselho nacional pela cidade de Maputo pagou avultada somas em dinheiro para o tal, o que as deixou indignada e mais revoltadas ,onde submeteram logo uma impugnação ao conselho nacional de jurisdição do partida para anular tal acto ,mais uma vez o Lutero entrou em acção Para protege la."
    há 2 horas · Enviado por Facebook Lite

    See More
    Show more reactions
    Comments
    Cheu Domingos Só uma correção desta palhaçada: a rosa Rosa France não faz parte da liga da mulher (apesar de ser mulher) ela está no corpo directivo da liga da juventude.
    Show more reactions9 mins
    Manage
    Unay Cambuma E o que muda isso?
    Show more reactions7 mins
    Manage
    Cheu Domingos Não tem porque a Liga da mulher supostamente estar dividida por causa dela. Se fosse a liga da juventude, até que faria sentido.
    Show more reactions6 mins
    Manage
    Cheu Domingos Há cada mentira aqui
    Show more reactions8 mins
    Manage
    Unay Cambuma (des) mentiroso aqui és tu. Fica ai tulira e não venha aqui defender absurdos ou serás banido. Eu sei quem a pessoa que me enviou a denuncia.
    Show more reactions4 minsEdited
    Manage
    Cheu Domingos Assim cada um que sente, elabora as sua mentiras o senhor pública aqui sem no mínimo observar se é verdade ou não?
    Show more reactions2 mins
    Manage
    Unay Cambuma O que é falso no post. Eu acredito e vamos deixar assim.
    Show more reactionsJust now
    Manage
    Joao Moreno 😌😏 muito triste houve hipóteses de sairmos mais unidos agora já está. Não há diferença entre renamo e frelimo.
    Show more reactions
    11
    8 mins
    Manage
    Issufo Mabessa Cuidado MDM,ficar no zero se bem k e verdade!o venancio Mondlane e adimirador da massa jovem em maputo.se este ficar revoltado praticamente MDM no sul nao tera espaco
    Show more reactions
    11
    6 mins
    Manage
    Joao Moreno A luta continua.
    Show more reactions2 mins
    Manage
    Olhos Famintos Desde que desreipeitaram a vontade dos Macuas tirando a vida do Amurane para mim MDM passou para era primitiva. podem se bater entre eles pouco me interessam esses, aliaram-se aos assassinos e fizeram o que acharam correcto em prejuízo do povo.

CORRUPÇÃO NO INSTITUTO IND. E COMERCIAL DA BEIRA



    INBOX
    Bom dia mano Unay, espero que divulgue essa mensagem em anonimato. 
    Venho por este meio usar a sua página pra ver se iliminamos o mal pela raiz....
    Na província de Sofala, cidade da Beira no Instituto Industrial e Comercial da Beira, tem uma pauta duma disciplina que esta muito sangrenta, problemas não são alunos pois trata-se de disciplina mais fácil que o instituto tem.
    Começando no inicio so dispensou 1 onde foi aumentado a nota por mérito mas nota n fechava 14.
    Depois admitiram 5 numa e o resto da turma estava nos 9.9 ate 6 valores e foi a primeira disciplina a se ditar notas, duas semanas antes do encerramento das aulas, esse espaço era pra alunos irem atrás pra pagarem pela admissão, ele repetia incansavelmente aos alunos que chumbaram, ate ligava pra dizer um aluno k chumbou, claro certos alunos traumatizados pelo assunto foram atrás e pagaram, pelo nr elevado d pessoas que pagaram admitiu todos porque quase todos com 6 pagaram.
    Depois da pauta d admissão se fixar com todos admitidos ele voltou a dizer que vai pôr pente fino no exame, dito feito numa turma d 47 examinados passaram 4, ja disse que é disciplina fácil (Técnica Pautal).
    A turma ja reclamou mas parece que o Director Do Instituto não está a exercer seu papel como deve ser, essa corrupção esta notória, o professor que está dando essa disciplina foi estudante do mesmo Instituto de Nome Rui Fazenda, eles na época que ai se formou dispensaram em massa e com notas invejáveis 18 por ai e quase ninguém foi a 2 época.
    Espero que antes que seja tarde as autoridades competentes tomem medidas porque os pobres nunca vão sair do I.I.C.B com essa atitude, pois trata-se de Instituto de referência a nível nacional mas por causa d 1 infiltrado pode mudar tudo.
    Muito obrigado.
    Pelo Moçambique melhor eu digo não a corrupção.
    Nota: Assim estamos a espera d ver resultados da 2a epoca aí se ele não se arrepender vamos divulgar provas.
    há 1 hora · Enviado por Facebook Lite

    Show more reactions
    Comments
    Unay Cambuma Apelo aos estudantes desta instituiçao para me enviarem mais subsidios e outros podres em INBOX. 
    Todo tipo de corrupção deve ser denunciada.
    Show more reactions
    44
    Unay Cambuma INBOX 2
    Essa cadeira é muito fácil de ser entendida.... Durante a minha formação nunca tirei abaixo de 14 essa cadeira
    E olha k kem dava a cadeira era um homem experiente, capacitado e exigente...o próprio Fazenda sabe disso.
    há 3 minutos · Enviado por Facebook Lite
    Show more reactions25 mins
    Unay Cambuma Acho até deviam prender este professor e demitir o director desta instituiçao.
    Show more reactions1 hr
    Mano unay não divulgue minha identidade mais eu fui uma das alunas graduadas com esse tal... E isso não começou esse ano....mesmo ano passado esse tal Rui Fazenda facturou com venda de nota.
    Depois como fala de Deus esse hiii até nada...
    há 30 minutos · Enviado por Facebook Lite
    Show more reactions1 hr
    Unay Cambuma A tal pauta catástrofica.
    Show more reactions
    11
    Lizele Isaque Isaque Rui Fazenda Foi Meu Docente.Eu Pra Dispesar Na Disciplina Dele Tinha Que Pagarem 10000mt.Mim Mando Depositar Na Conta Dele Da M Pesa.Sao Farinha Do Mesmo Saco Cm Director Do Instituto Cmercial Da Beira
    Show more reactions
    11
    Unay Cambuma Como se chama o zombie que dirige esta instituiçao?
    Show more reactions19 mins
    Victoria Da Conceicao Alfandega Acreditem me formei nesse instituto fui do primeiro grupo de aduaneiros graduados... Na nossa época estudamos a vontade se fosse para excluir excluia se por mérito próprio, e se fosse para dispensar e admitir também era por mérito próprio... To muito triste com essa nova era se for verdade mudem colegas... Eu também lecionei mais em nenhum momento me deixei levar por esse lado das coisas....aduanas team são pessoas bem formadas e bem capacitadas....não manchem nossa instituição com esses actos.... To chorando acreiditem
    Show more reactions
    22
    Domus Oikos Deus Santo
    Show more reactions
    11
    Feliciano Mugote Tanto o director como o tal caramba, são mesmos lombrigas que desfilam bem hinos de cocó.
    Não sei que espécie de humanos são estes; 
    mesmo lhes desmontar como , sempre nganganga com roubos; não são jovens , são Madodas até com trinetos em casa mas não tem vergonha de andar a ligar para moços e moças iguais a seus filhos a pedir dinheiro em troca de resultado ; não recebem?
    Show more reactions
    213
    Victoria Da Conceicao Alfandega Assino embaixo essa disciplina é a mais fácil k existe
    Show more reactions
    11
    Estevaozinho Barbudo Cipriano Com pena desse instituto se isso esta realmente a acontecer!!!!!
    Show more reactions
    11
    Olhos Famintos Espero que os do Istituto industrial e Comercial de Nampula também denunciem um tal de freitas, vulgarmente conhecido por Mamba verde, esse esta rico com dinheiro sujo. ate tem coragem de rasurar resultado dum estudante num teste só para chantagia-lo, o gajo eh de Tete mas ishhh...afinal ai tambem acontece?

Gadget

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.